sexta-feira, 13 de julho de 2012

ESTE ERA O SONHO DE RAUL



Faz o que tu queres pois é tudo da Lei!", falava Raulzito em seu Novo Aeon. sonhava com algo parecido a Freetown Christiania (Cidade Livre de Christiania), um bairro parcialmente auto-governado com cerca de 10 mil habitantes localizado no porto de Christian, na capital da Dinamarca,Copenhague.

Christiania estabeleceu-se com um status semi-legal de comunidade independente, meio riponga, cheia de bares, lojas de artesanato e souvenires e centros culturais. O visitante, quando deixa a cidade pela entrada/saída principal, na Pusher Street, da cidade de Christiania pode ler uma tabuleta com os seguintes dizeres: "You're now entering the EU" ("Você está entrando na União Européia"), já que os habitantes da cidade livre não se consideram europeus, são cidadãos do mundo.

Tudo começou em 26 de setembro de 1970 quando um grupo de hippies derrubou uma cerca para fazer um campo para que seus filhos pudessem brincar. Briga daqui, briga dali e alguém propôs um debate graças a um artigo de um jornal, o que levou um grande número de pessoas a fundar Christiania, baseando se na liberdade.

Como o terreno invadido estava abandonado pelo exército dinamarquês, o governo acabou aceitando e ademais, desde então, permite o consumo e comércio de drogas consideradas leves. Também cabe destacar que têm leis próprias e não pagam impostos.

Eu dei uma enxugada na história de Freetown Christiania, que por verdade é bem mais complexa e rica de detalhes. Se ficou interessado pelo assunto poderá ler mais por uma ótima entrada escrita na Wikipédia: A Cidade Livre de Christiania.

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Charles Manson era filho bastardo de Hitler?


Zapeando pela rede tropecei no bom blog Dangerous Minds, onde Richard Matzger exibe a capa de um diário vintage com uma imagem comparativa entre Hitler e Charles Manson acompanhada da afirmação "Nova evidência revela que Charles Manson é o filho bastardo de Adolfo Hitler". O primeiro todos conhecem, mas talvez haja alguma dúvida sobre o segundo: Charles Mason é um maluco que cumpre pena em uma prisão de Corcoran, na Califórnia (EUA), por ter sido o mentor intelectual e líder de um grupo que cometeu vários assassinatos na gringolândia.

Charles Manson era filho bastardo de Hitler?
A afirmação do antigo jornal é hoje muito cômica e dificilmente deixará de fazer-nos rir, assim como acontece com muitas outras peças de propaganda antiga que de vez em quando encontramos em algum site que publica assunto relacionado. E ao falar de propaganda me refiro a comunicação em massa sintonizada com agendas determinadas que vão além do desejo de "informar" ou de perseguir as "verdades", motivo pelo qual não só incluiríamos comunicação "oficial", também estaríamos nos referindo a boa parte da imprensa e, obviamente, da publicidade.

E por que isso? Bem, para além da simpatia que este tipo de material, ao ser analisado retrospectivamente, possa causar, não dá para deixar de reflexionar sobre dois fenômenos: primeiro, a existência do pseudo-jornalismo como um agente promotor de propaganda governamental ou corporativa (como é o caso deste Bulletin, publicado em 1971). Em segundo lugar, e ainda mais interessante, a peça nos remete à ridícula desinformação que geralmente propõe está propaganda, mas que muitos não são capazes de contextualizá-la a não ser que acumulem alguns anos de informação posterior.

O fato é que seguramente milhares de pessoas não puderam evitar crer nas irrefutáveis provas que teciam um laço filial entre Hitler e Manson, com a implícita associação de que ambas as entidades são essencialmente malvadas, e portanto seguramente aparentados: o demo e seu filho. E aqui vem a pergunta: quantas das mensagens incluídas na imprensa atual não serão igualmente ridículas como as do Bulletin quando forem analisados em três ou quatro décadas? Quão cômico será o fluxo em certos canais de informação quando o grosso da população tiver pleno acesso a informação -promovido hoje na Grande Rede- que às vezes só o tempo (ou a consciência) podem oferecer? Entenderam aonde quero chegar?

Dificilmente alguém poderá responder com certeza a estas perguntas. Mas se por acaso acompanharmos o momento destas perguntas a cada vez que vermos um primeiro plano, um noticiário televisivo, uma mensagem (mentira) política ou presidencial ou um conteúdo publicitário, sem dúvida desenvolveremos uma postura mais ágil ante o derrame propagandístico, o que eventualmente derivaria em uma sociedade psicologicamente mais saudável e menos vulnerável ante a desinformação promovida por nefastas agendas.

Na verdade, hoje... agora seria um bom momento para começar este exercício.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Tony Stark da vida real constrói uma moto a partir de seu próprio carro Leia mais em: Tony Stark da vida real constrói uma moto a partir de seu próprio carro.


Primeiro eu pensei no MacGyver, mas como o herói da moda é um vingador, devemos lembrar da origem do Homem de Ferro quando o dono da poderosa multinacional armamentística Stark é sequestrado pelos homens maus e para escapar fabrica sua própria armadura blindada e carregada de letal armamento até as sobrancelhas. Como a vida real sempre supera à imaginação dos roteiristas, hoje falamos de Emile Leray, cujo carro disse "basta" no meio do deserto.


O caso é que esta é uma das histórias mais incríveis que já vi em tempos e guardava lá minhas dúvidas sobre sua autenticidade no início, mas depois de ler mais notas em alguns sites de renome, minhas preocupações descansaram ao confirmar que Emile, nem vadio nem preguiçoso, foi capaz de fazer da necessidade uma virtude e transformou seu carro estropiado em uma moto com a qual salvou sua vida.
Tony Stark da vida real constrói uma moto a partir de seu próprio carro para salvar a vida no deserto
A meio caminho entre Tony Stark e McGyver, a história de Emile parece uma sequência de "Terminator". Ele desmantelou um Citröen 2CV no meio do deserto para obter uma espécie de motocicleta que o possibilitou escapar de uma morte certa no meio do inóspito território.
Tony Stark da vida real constrói uma moto a partir de seu próprio carro para salvar a vida no deserto
O francês viajava pelo deserto do noroeste africano tratando de evitar uma zona de conflito bélico quando o veículo deu de frente com uma grande rocha que quebrou o eixo de uma das rodas e também uma travessa do chassis. Infelizmente não parecia a melhor situação para comprovar a cobertura de sua apólice de seguros.
Tony Stark da vida real constrói uma moto a partir de seu próprio carro para salvar a vida no deserto
Emile pegou sua caixa de ferramentas, botou a cachola para trabalhar e terminou construindo um veículo que até o próprio Mad Max gostaria de evitar. Maior mérito há que lhe conceder se recordamos que foi construído sem as ferramentas que habitualmente encontraria em qualquer oficina e ademais sob um escaldante sol africano, senão com as ferramentas básicas que a gente leva no carro.
Tony Stark da vida real constrói uma moto a partir de seu próprio carro para salvar a vida no deserto
Mas Emile Leray criou o seu veículo de duas rodas só juntando as partes necessárias que disponibilizava com uma pequeno arco de serra e uma lima redonda. O aventureiro começou a trabalhar em seu projeto pensando que iria terminá-lo em três dias, mas só conseguiu depois de doze dias de trabalho duro. Com apenas 1/2 litro de água, conseguiu montar sua moto chamada Camelo do Deserto.
Tony Stark da vida real constrói uma moto a partir de seu próprio carro para salvar a vida no deserto
A história teve um final feliz e quando Emile conseguiu finalmente chegar até a civilização a bordo desse peculiar veículo, foi parado pela polícia rodoviária por guiar um veículo ilegal. Não há dúvidas de que a história e fotografias, que parecem retiradas de uma história pós apocalíptica, compartilhadas em seu blog, serão usadas para criar o roteiro de um filme.

terça-feira, 3 de julho de 2012

A imponente estátua equestre de Genghis Khan na Mongólia Leia mais em: A imponente estátua equestre de Genghis Khan na Mongólia.


A grande estátua de Genghis Khan é um monumento de 40 metros de altura que mostra Gengis Khan a cavalo, na margem do rio Tuul em Tsonjin Boldog (54 km ao leste da Ulan Bator, capital da Mongólia), onde segundo a lenda, ele encontrou um chicote dourado. A estátua foi feita com impressionantes 250 toneladas de aço inoxidável e simbolicamente aponta para o sul em relação à China.


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A imponente estátua, que foi erigida em cima de um complexo, um centro para turistas, de 10 metros de altura, com 36 colunas representando os 36 khans de Genghis Khan, foi projetada pelo escultor D. Erdembileg e o arquiteto J. Enkhjargal em 2008 com um custo de 4,1 milhões de dólares.

A área principal da estátua será cercada por 200 campos de tendas, dispostas em forma de um selo de cavalo que foi usado pelas tribos mongóis do século XIII

Assim como Torre Eiffel para os franceses, o Cristo Redentor para os brasileiros ou ainda a Estátua da Liberdade para os americanos, esta estátua de Genghis Khan se tornou um símbolo de orgulho de toda a Mongólia, que espera agora que este complexo ajude alavancar a indústria do turismo no país.
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Mulheres que vivem com gatos são mais proclives ao suicídio, revela estudo Leia mais em: Mulheres que vivem com gatos são mais proclives ao suicídio, revela estudo.


A imagem, mais ou menos conhecida, mais ou menos folclórica, de uma mulher vivendo sozinha rodeada de uma cambada de gatos, poderia converter-se também em ícone de uma possível suicida de acordo a um estudo, publicado na revista Archives of General Psychiatry e realizada por psiquiatras da Universidade de Maryland, que indica uma relação entre tentativas de suicídio e a convivência com gatos, sobretudo no caso da população feminina.


Mulheres que vivem com gatos são mais proclives ao suicídio, revela estudo
Estudando o caso de 45 mil mulheres dinamarquesas, o pesquisador Teodor Postolache e outros colegas chegaram a conclusão que aquelas infectadas com o parasita Toxoplasma gondii, causador da toxoplasmose, correm maior risco de desenvolver doenças mentais como a esquizofrenia, além de notáveis mudanças de comportamento.

Como sabemos com sobras, o Toxoplasma gondii dispersa-se através do contato com as fezes dos gatos ou por comer carne mal cozida ou ainda vegetais mal lavados. O parasita refugia-se nas células do cérebro e também nos músculos.

Quanto a sua influência como causadora de suicídio, Postolache assegura que estudo revelou "uma associação preditiva entre a infecção e as tentativas suicidas em decorrência da vida que asseguram estudos adicionais".

Ainda que possa parecer uma bobagem própria de cientistas em pleno estado de ócio, devemos lembrar sobre a Teoria de Flegr, que, baseado em estudos e acompanhamentos por mais de 20 anos, sustenta que os Toxoplasma gondii se mantêm latentes, alterando as neuroconexões humanas bem como a resposta às situações de pânico, confiança nos demais e a preferência por certos cheiros, levando lentamente a extremos como o suicídio, a esquizofrenia e acidentes automobilísticos.

Sim, existe a possibilidade de que estas bolas de pelos estejam nos levando sutilmente á loucura, enquanto hackeiam nossos cérebros visando nossa total destruição em busca da conquista do mundo. [Muhahahaha]

A profunda cor do feudalismo no protetorado russo na Mongólia em 1913 Leia mais em: A profunda cor do feudalismo no protetorado russo na Mongólia em 1913


Uma pequena coleção de fotos que irá fazer a alegria dos apreciadores de imagens históricas antigas. Elas mostram a Mongólia em um distante 1913 quando o fotógrafo russo Stephen Pass passou por ali. Dois anos antes, em 1911, a Mongólia havia declarado sua independência da China, sob protetorado do Império Russo (até a sua independência, em 1924), com plena autonomia e próprios dirigentes teocráticos. O país do ponto de vista de um ocidental civilizado era uma reserva chocante e bizarra do feudalismo.

As históricas fotos exibem caçadores, soldados cossacos, nômades na antiga capital da Mongólia Urga. Na foto mais chamativa é possível ver uma mulher mongol condenada à morte por inanição. Apesar de que alguns historiadores afirmem que esta caixa também era usada simplesmente como uma prisão portátil entre os povos nômades.
Se ainda não entendeu a grandeza destas fotografias antigas coloridas (não foram colorizadas), basta pensar que têm 99 anos e seu filme era baseado em pontos tingidos de extrato de batata.
A profunda cor do feudalismo no protetorado russo na Mongólia em 1913 01

A profunda cor do feudalismo no protetorado russo na Mongólia em 1913 02

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A profunda cor do feudalismo no protetorado russo na Mongólia em 1913 13

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